{"id":4015,"date":"2020-07-08T16:16:54","date_gmt":"2020-07-08T15:16:54","guid":{"rendered":"https:\/\/clinimed.pt\/?p=4015"},"modified":"2020-09-24T12:22:04","modified_gmt":"2020-09-24T11:22:04","slug":"o-que-podemos-deixar-como-legado-as-geracoes-futuras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clinimed.pt\/en\/o-que-podemos-deixar-como-legado-as-geracoes-futuras\/","title":{"rendered":"O que podemos deixar como legado \u00e0s gera\u00e7\u00f5es futuras?"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O olhar de uma Pedopsiquiatra <\/h3>\n\n\n\n<p>Chegados a este momento de Pandemia, j\u00e1 se fala que ser\u00e1 um momento para sempre registado na mem\u00f3ria da humanidade. Para o bem e para o mal, faremos todos parte dessa mem\u00f3ria coletiva assim como seremos a refer\u00eancia do que correu bem e tamb\u00e9m do que correu menos bem. Em Portugal, estando-se num meio ainda sem fim definido, confrontamo-nos com duas situa\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Por um lado, uma situa\u00e7\u00e3o decorrente das semanas de confinamento, instaurado por um estado de emerg\u00eancia nacional, onde a necessidade de cumprimento de evitamento f\u00edsico obrigou grande parte das fam\u00edlias a permanecer em casa, mantendo-se a recomenda\u00e7\u00e3o no estado de calamidade e subsequente desconfinamento. Tal situa\u00e7\u00e3o conduz a uma acumula\u00e7\u00e3o de tens\u00e3o individual, com tudo o que possa implicar em cada um e nas rela\u00e7\u00f5es com os outros co-habitantes. Os pais, fundamentais como promotores da harmonia familiar agora e sempre, j\u00e1 v\u00e3o estando desgastados com a necessidade de administrar v\u00e1rias tarefas ao mesmo tempo de forma perfeita (gest\u00e3o familiar, laboral dos pr\u00f3prios e escolar dos filhos, sobretudo dos mais novos) para al\u00e9m das altera\u00e7\u00f5es abruptas a n\u00edvel financeiro com que tantas fam\u00edlias presentemente se confrontam. A tudo o que \u00e9 exigido pelo ambiente e socialmente a cada adulto, acresce as caracter\u00edsticas de adapta\u00e7\u00e3o de cada individuo \u00e0 pandemia, situa\u00e7\u00e3o t\u00e3o exigente pelas inseguran\u00e7as no presente e as incertezas do futuro, devido ao seu ainda desconhecimento acentuado. <\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>N\u00e3o obstante, todo este turbilh\u00e3o de fatores, que vai estando na mente de cada pai\/m\u00e3e, est\u00e1 tamb\u00e9m presente em cada filho. Este per\u00edodo de confinamento j\u00e1 de v\u00e1rios meses e n\u00e3o acaba aqui, estando n\u00f3s no intermin\u00e1vel meio, \u00e9 muito na vida de uma crian\u00e7a, pois o seu desenvolvimento \u201cn\u00e3o segue dentro de momentos\u201d, estamos longe de podermos p\u00f4r estes meses dentro de par\u00eantesis; as crian\u00e7as\/adolescentes avan\u00e7am, crescem e tamb\u00e9m est\u00e3o a confrontar-se com as suas inquieta\u00e7\u00f5es, os seus medos, as suas perdas. Sim. Perderam os seus momentos com os colegas e amigos de brincadeiras e atividades desportivas e festas de anivers\u00e1rios onde aferiam o seu relacionamento e crescimento social. Perderam comemora\u00e7\u00f5es tradicionalmente familiares. Passeios em fam\u00edlia, at\u00e9 idas \u00e0s compras! De repente deixaram de poder estar com os av\u00f3s, quantas vezes companheiros di\u00e1rios de aventuras.<br>Sentimentos e emo\u00e7\u00f5es de todos os lados, os quais, com muita probabilidade, se v\u00e3o formando numa am\u00e1lgama de mal-entendidos e rastilho para conflitos pais\/filhos. No entanto, sendo os pais os adultos mais isto \u00e9-lhes exigido: estarem permanentemente conscientes dos seus sentimentos de inseguran\u00e7a, incerteza e irrita\u00e7\u00e3o perfeitamente compreens\u00edveis e naturais de existirem perante o contexto externo. Esta auto-consci\u00eancia ser\u00e1 de extrema utilidade para separar sentimentos semelhantes que podem ser despoletados nas intera\u00e7\u00f5es diretas com os filhos.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>A outra situa\u00e7\u00e3o \u00e9 de um regresso gradual, tamb\u00e9m incerto mas necess\u00e1rio, ao poss\u00edvel quotidiano. O medo pode imperar e derivar para uma denega\u00e7\u00e3o da gravidade real, com o consequente descorar dos cuidados de distanciamento f\u00edsico, etiqueta respirat\u00f3ria, higiene e bom uso da m\u00e1scara, t\u00e3o sobejamente recomendados. Ou derivar para o desespero, com incapacidade de organiza\u00e7\u00e3o do que \u00e9 control\u00e1vel e dependente de cada um. \u00c9 precisamente no que est\u00e1 ao nosso alcance, que deve estar o nosso foco. Orientar o nosso medo, tranformando-o em respeito. Respeito pelas condi\u00e7\u00f5es sociais presentes. Respeito pelas diretivas que v\u00e3o exigindo de n\u00f3s conforme o conhecimento que se vai tendo da doen\u00e7a. O respeito leva \u00e0 responsabilidade natural de cada indiv\u00edduo no cumprimento das recomenda\u00e7\u00f5es\/regras propostas pelas diversas entidades de sa\u00fade p\u00fablica. Cumprimento porque \u00e9 importante para que tudo corra bem e n\u00e3o porque algo \u00e9 obrigat\u00f3rio ou proibido. \u201cVai ficar tudo bem\u201d\u2026sim, mas apenas se cada um fizer por isso. Seguiremos assim num \u201cnovo normal\u201d, numa atitude assertiva de cada um, com agrega\u00e7\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o de valores individuais e sociais. <\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Respeito e responsabilidade presente \u00e9 indispens\u00e1vel para sentir confian\u00e7a e alcan\u00e7ar a liberdade consolidada no futuro. At\u00e9 aqui abordei a situa\u00e7\u00e3o de pandemia que todos n\u00f3s estamos a passar, \u201cgera\u00e7\u00e3o grisalha\u201d e \u201cgera\u00e7\u00e3o \u00e0 rasca\u201d (esta autora de um conjunto de manifesta\u00e7\u00f5es ocorridas em Portugal e outros pa\u00edses no dia 12 de mar\u00e7o de 2011) a que acrescento duas gera\u00e7\u00f5es que denomino &#8221; &#8216;t\u00e1-se\u201d (adolescentes) e \u201cemergente\u201d (desde os que todos dos dias emergem das barrigas das m\u00e3es at\u00e9 \u00e0 adolesc\u00eancia). Mas o que se est\u00e1 a exigir de toda a sociedade n\u00e3o ser\u00e1 semelhante ao que se exige de uma crian\u00e7a ou jovem no seu crescer? No meio de toda a \u201cpandemia\u201d de exig\u00eancias dos pais\/professores\u2026 Os infantes\/adolescentes t\u00eam que se organizar na sua am\u00e1lgama de sentimentos e emo\u00e7\u00f5es que, por aparecerem sentimentos novos todos os dias tamb\u00e9m n\u00e3o os conhecem, provocando medo do desconhecido, inseguran\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o ao que s\u00e3o e o que os outros querem deles no presente e incertezas do futuro, conduzindo quantas vezes a perda do \u201cnorte\u201d e devaneios, havendo necessidade imprescind\u00edvel de orienta\u00e7\u00e3o parental. Orienta\u00e7\u00e3o essa que deve ser adotada pelo filho n\u00e3o porque os pais querem ou exigem de forma gratuita e com autoritarismo mas porque \u00e9 o melhor para si\u2026 porque os conhecimentos adquiridos pelos pais ao longo da sua pr\u00f3pria evolu\u00e7\u00e3o assim demonstraram ser mais eficazes, conduzindo os filhos a aceitar tal dos pais por respeito e n\u00e3o por medo, para cada vez mais se tornarem respons\u00e1veis no seu estar e ser, ganhando assim a confian\u00e7a dos pais que lhes permite conquistar a liberdade de vir a ser um adulto \u00edntegro. Do mesmo modo que cada um de n\u00f3s \u00e9 respons\u00e1vel pela forma como a situa\u00e7\u00e3o pand\u00e9mica vai evoluir em Portugal, todos n\u00f3s somos respons\u00e1veis de como a nossa sociedade se vai concretizar no futuro. N\u00e3o basta dizer que estas gera\u00e7\u00f5es est\u00e3o perdidas, at\u00e9 porque se o est\u00e3o deve-se \u00e0s \u201cgera\u00e7\u00f5es grisalha\u201d e \u201c\u00e0 rasca\u201d, agora av\u00f3s e pais, que as educa. Estamos n\u00f3s, adultos, ent\u00e3o em bom momento de mostrarmos aos nossos filhos como nos organizamos com estas prova\u00e7\u00f5es e que sejamos finalmente um exemplo para as gera\u00e7\u00f5es &#8220;t\u00e1-se\u201d e \u201cemergente\u201d. Vamos cumprindo o desconfinamento com responsabilidade, cumprindo as orienta\u00e7\u00f5es que nos v\u00e3o sendo transmitidas porque \u00e9 bom para n\u00f3s e n\u00e3o porque \u00e9 obrigat\u00f3rio, tal como queremos que as crian\u00e7as e adolescentes acedam \u00e0s orienta\u00e7\u00f5es de quem os est\u00e1 a ajudar a formarem-se como pessoas. Esta vis\u00e3o integrativa indiv\u00edduo\/fam\u00edlia\/sociedade \u00e9 essencial para uma a\u00e7\u00e3o preventiva a n\u00edvel de sa\u00fade mental infantil e da adolesc\u00eancia, da qual n\u00e3o prescindo na minha postura e sistem\u00e1tica atua\u00e7\u00e3o como Pedopsiquiatra.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Dr.\u00aa Elsa Martins<br>M\u00e9dica Pedopsiquiatra<\/p><\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O olhar de uma Pedopsiquiatra Chegados a este momento de Pandemia, j\u00e1 se fala que ser\u00e1 um momento para sempre registado na mem\u00f3ria da humanidade. Para o bem e para o mal, faremos todos parte dessa mem\u00f3ria coletiva assim como seremos a refer\u00eancia do que correu bem e tamb\u00e9m do que correu menos bem. 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